Month: novembro 2015

REALIDADE AUMENTADA NA MEDICINA MODERNA

Márcio Steinbruch

Realidade Aumentada (RA) é a sobreposição de informações virtuais a visualizações do mundo real. Está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados por computador. 

É um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real. Por exemplo, um usuário da Realidade Aumentada pode utilizar óculos translúcidos e, através destes, ver o mundo real bem como imagens geradas por computador projetadas no mundo.

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Fig.1: Exemplo de realidade aumentada: Sobreposição de gráficos virtuais gerados por computador a uma imagem real em tempo real.

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Entre a realidade virtual (que cria ambientes gerados por computador) e o mundo real, a realidade aumentada está mais próxima do mundo real. Ela adiciona gráficos ao mundo natural como ele é. 

Na medicina, a aplicação prática da realidade aumentada é, principalmente, na punção venosa. Em pacientes com “veias difíceis”, ele se transforma em uma arma poderosa para acabar com o sofrimento de pegar uma veia, seja para colher sangue ou aplicação de soro. Mostra-se ainda mais útil em crianças.

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Fig. 2: Visualização de uma veia para punção.Por meio do VeinViwer® – Equipamento que utiliza a tecnologia da Realidade Aumentada.

 

Na área do tratamento de varizes, a Realidade Aumentada é usada para melhorar a acuidade diagnóstica, tanto na procura de veias nutrícias, bem como no mapeamento pré-cirurgia de varizes. As veias nutrícias são as microvarizes que alimentam as telangiectasias (vasinhos) e as mantêm dificultando o resultado estético no seu tratamento escleroterápico. Elas não são facilmente identificadas em grande número de casos.

A realidade aumentada permite a visualização de veias que são muito superficiais para o ultrassom e muito profundas para o olho nu. 

Fig. 3: Telangiectasias em face lateral de coxa, com dificuldade de visualização das veias nutrícias (também chamadas de varizes reticulares ou, simplesmente, microvarizes).

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O equipamento filma o local com luz infravermelha. A imagem é processada em computador e projetada em tempo real na mesma área que se está examinando. Com isso, pode-se delinear veias que não são visíveis a olho nu e que alimentam as telangiectasias (vasinhos).

Fig. 4: Visão das veias nutrícias (microvarizes) através de aparelho de Realidade Aumentada.

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Entre os transtornos vasculares mais comuns estão aqueles capilares que, ao se expandirem, lembram teias de aranha ou galhos de árvores vermelhos ou arroxeados, São as telangiectasias. Elas não são apenas um problema estético, pois se não forem tratadas podem crescer e, em uma fase mais tardia, até causar sangramentos. Também podem indicam que algumas veias não estão funcionando adequadamente.  

O tratamento completo consiste em associar a escleroterapia (aplicações) e o laser. 

A escleroterapia já é reconhecida pelo alto índice de bons resultados, pois vem sendo usada há muitos anos sem restrições. Consiste em se fazer aplicações de um líquido esclerosante no interior destes vasos. Por um processo de irritação, eles serão absorvidos pelo organismo, sumindo do local. Dependendo do esclerosante empregado, o paciente poderá tomar sol durante o tratamento (a solução de glicose a 75% é a mais utilizada e raramente traz alguma complicação). 

Mais recentemente surgiu a  crioescleroterapia, que consiste no resfriamento do medicamento até cerca de -30ºC a -40ºC.  Age por mais tempo no local, aumentando sua eficácia. O tratamento é feito no consultório. O número de sessões vai depender da extensão do problema e da reação do organismo. Não há restrição à idade nem tonalidade de pele. Após a aplicação, a pessoa pode tomar sol e fazer atividades físicas moderadas. Esta modalidade é mais bem empregada no tratamento de telangiectasias um pouco mais calibrosas e resistentes a outras técnicas, prevenindo, assim, a formação de microvarizes.

LASER – Consiste em utilizarmos uma luz muito intensa sobre o vaso, fazendo com que ele desapareça. Porém, não substitui a escleroterapia; é mais uma aliada como ferramenta para o tratamento.

O laser atravessa a nossa pele sem lesá-la e é absorvido pela parede do vaso, queimando sua camada interna. Isso faz com que este vaso seja absorvido pelo organismo, ou seja, desapareça. 

Com a evolução do laser (cada tipo tem uma frequência distinta), hoje se utiliza um tamanho de onda (1.064 nm) que não causa danos à pele, mesmo nas morenas e/ou bronzeadas. 

Quaisquer dos tratamentos acima não são muito eficazes na situação em que existam microvarizes (veias nutrícias) alimentando as telangiectasias.

Deve-se proceder à sua eliminação antes, para aí sim efetuar o tratamento das telangiectasias.

   

Fig. 5: Telangiectasias em face lateral de coxa /  Veias nutrícias (microvarizes) demarcadas após uso de aparelho de realidade aumentada.

 

  
Fig. 6: Nuvem de telangiectasias  /    Imagem das veias nutrícias.

 

Guiada pela Realidade Aumentada se faz a associação do laser e crioescleroterapia em pequenas veias varicosas (até 3 a 4mm) que alimentam as telangiectasias, evitando-se em muitos casos a cirurgia. 

Com toda esta tecnologia o tratamento se torna mais rápido e menos invasivo, o que é uma boa notícia para quem tem pouco tempo para se tratar ou resolve se cuidar em cima da hora no verão.

Os resultados estéticos são melhores e previne-se a evolução de algumas varizes que poderiam causar complicações tardias. 

O mais correto é sempre consultar um cirurgião vascular para fazer um diagnóstico preciso e tratar estas pequenas varizes antes das telangiectasias.

Existem modernos exames de imagem, tais como o ecocolordoppler que auxilia em diagnósticos mais precoces e nos dá conta da extensão do problema, a transiluminação e, mais recentemente, a Realidade Aumentada. 

 

 

VARIZES NA GESTAÇÃO

Márcio A. Steinbruch

Ao contrário do que muitos pensam, a gravidez não faz as varizes surgirem do nada; ela piora um problema já existente, causado, provavelmente, pelos fatores de risco.

Em muitos casos, as varizes são imperceptíveis por estarem bem mais abaixo da pele e serem ainda pequenas. Pelo menos 60% das pessoas não sentem dor, portanto a gestante não sabe que é portadora de varizes.

Com seu agravamento durante a gestação, fica a impressão de que a gravidez  as gerou, mas na verdade só as agravou.

Antigamente, era preciso aguardar todas as gestações de uma mulher para tratar as varizes. Isso agravava de tal modo a doença varicosa que o efeito estético do tratamento era praticamente ineficaz, ficando manchas e marcas indeléveis na pele das pernas.

Hoje em dia, se diagnosticadas, as varizes, por menores que sejam, recebem a indicação de tratamento mesmo antes da gravidez. Assim, o efeito funcional do tratamento é melhor, apresenta resultados estéticos muito mais agradáveis e –  mais importante – ajuda a prevenir complicações venosas durante a gravidez.

varizes-na-gravidez1aNa gestação, é comum que se tornem visíveis varizes ou microvarizes, principalmente após o quarto mês, em razão das alterações que acontecem no corpo da mulher.

A causa para o agravamento das varizes está relacionada à ação dos hormônios, necessários para a manutenção da gestação, associada ao peso do bebê. A pressão que o útero gravídico exerce sobre a veia cava (veia que passa ao lado da coluna vertebral, levando o sangue venoso de volta ao coração) é um obstáculo para a circulação de retorno venoso, que se acumula e dilata os vasos sanguíneos dos membros inferiores. Grandes quantidades de estrogênio e progesterona apresentam efeito vasodilatador.

Todas essas alterações no sistema circulatório associado à retenção de água são responsáveis pela sensação de cansaço e o inchaço nas pernas durante a gestação. A partir do segundo trimestre de gravidez, o volume de sangue da gestante aumenta.

O tratamento das varizes só deve ser iniciado após o parto. Mas é possível tomar algumas medidas preventivas para controlar este problema durante a gestação. É importante fazer atividade física leve, como hidroginástica e caminhada, evitar ao máximo excesso de pressão sobre suas pernas, não ficar muito tempo em pé, colocar as pernas ligeiramente elevadas ao sentar para facilitar a circulação sanguínea de retorno, usar meias elásticas e controlar o ganho de peso.

Entre 60 e 90 dias após o parto, o corpo da mulher volta quase ao normal e as varizes tendem a diminuir. No entanto, uma grande quantidade de gestantes, que tiveram veias dilatadas nos membros inferiores durante a gravidez, permanecerá com o problema em algum grau e terá necessidade de tratamento.

De 30 a 60 dias já se pode instaurar o tratamento das varizes, seja clínico ou cirúrgico.

RISCOS DAS VIAGENS LONGAS DE AVIÃO

Márcio A. Steinbruch

     Férias…É bom saber!

     Poucos sabem dos riscos vasculares inerentes às viagens longas de avião.

Por vivermos em posição ereta, o sangue utilizado pelas pernas, para seu retorno ao coração, deverá subir pelas veias contra a gravidade, sendo impulsionado neste sentido por mecanismos de bombeamento que utilizam a musculatura da panturrilha (“barriga da perna”) e válvulas no interior das veias, para que o sangue não volte para baixo.

Um defeito nestas válvulas ou situações que exijam a permanência prolongada em pé ou sentado sem se mexer faz com que o sangue suba mais devagar, aumentando assim a pressão no interior das veias. Como as veias das pernas aguentam uma pressão criada pela gravidade, se não houver movimentação das panturrilhas haverá uma “parada” do sangue nelas, propiciando sua coagulação. Isto é a trombose venosa que é a formação de coágulos dentro das veias e que promovem sua obstrução.

As oclusões maiores podem levar a uma série de sintomas tais como dor, inchaço e calor, já oclusões menores podem passar despercebidas. Os membros inferiores são os locais onde mais frequentemente ocorrem as tromboses venosas.

Quando acometem o sistema venoso profundo é chamada de trombose venosa profunda (TVP) e é associada ao risco elevado de embolia pulmonar. Esta ocorre quando um coágulo se desprende do local onde foi formado e migra causando a obstrução de vasos do pulmão impossibilitando a correta troca gasosa entre o sangue e o ar nos pulmões.

A embolia pulmonar é um problema que traz alto risco de vida. Dependendo do tamanho da obstrução na circulação pulmonar, podemos ter desde uma leve falta de ar súbita até uma dispneia grave.

aviaçaoTem maior risco de desenvolver uma trombose venosa, pessoas com mais de 40 anos de idade (principalmente acima de 60 anos), obesos, com história de doença venosa principalmente varizes nas pernas, gravidez e pós-parto, tabagismo, trauma e/ou cirurgia recente (sobretudo em membros inferiores), imobilidade prolongada, trombofilias (doenças que levam a um aumento da coagulação sanguínea e que, em alguns casos, podem passar por muito tempo assintomáticas), história familiar e o uso de reposição hormonal ou pílulas anticoncepcionais.

 As companhias aéreas colocam muitos assentos na classe econômica, diminuindo o espaço para as pernas e obrigando os passageiros a se manterem praticamente imóveis durante a viagem. Com isso tem ocorrido um grande número de fenômenos trombóticos em muitos voos.

Os principais fatores de risco são: ficar sentado por períodos superiores a 4 horas, em assentos apertados que comprimam os membros inferiores (especialmente a região das panturrilhas), desidratação por baixa ingestão de líquidos, excesso de álcool (algumas pessoas usam bebidas alcoolicas para “relaxar” durante o percurso….) ou pela baixa umidade da cabine do avião e veias varicosas nos membros inferiores. Há casos de pessoas jovens, sem qualquer patologia, e que, viajando mesmo de primeira classe também apresentaram a doença.

          Algumas medidas simples podem ser muito úteis na sua próxima viagem:

– Caminhe durante a viagem. Tente levantar-se e andar ao menos por cinco minutos a cada hora. Caso não seja possível, tente simular uma caminhada com movimentos em suas pernas. Assim, você ajuda o sangue circular melhor e diminui o risco de trombose;

– Evite desidratação; esta condição provoca constrição dos vasos sanguíneos e hemoconcentração (o sangue “engrossa”). Assim, evite bebidas alcoólicas em excesso e mantenha uma ingestão líquida apropriada;

– Se a aspirina (AAS) não lhe faz mal tome algo em torno de 250 mg (meio comprimido de adulto) um pouco antes da partida. A aspirina inibe o processo de formação de coágulos sanguíneos;

– Use meias elásticas medicinais. Elas melhoram o fluxo sanguíneo venoso e diminuem a possibilidade de trombose venosa.

A melhor prevenção para uma viagem longa é passar em consulta com um cirurgião vascular para uma avaliação e, se necessário, terá indicação da melhor profilaxia. Assim fará uma boa viagem.

Se retornar de viagem com inchaço nas pernas também é importante visitar um especialista.

VARIZES NOS MEMBROS INFERIORES

Márcio A. Steinbruch

As varizes nos membros inferiores são veias anormais e permanentemente dilatadas e tortuosas, que podem levar a alterações em certos componentes do sangue, em seu fluxo de retorno. Surgem devido à predisposição genética, que compromete a estrutura das paredes dessas veias ou de suas válvulas (varizes primárias). Podem ocorrer também por causa de outros problemas, como tromboses, traumatismos e angiodisplasias.

Os sintomas mais comuns são a sensação de peso e cansaço nas pernas, especialmente ao final do dia, mais para indivíduos que trabalham por muitas horas de pé. Outros sintomas e sinais como queimação, ardência, inchaço e manchas escuras nas pernas também podem estar associadas às varizes.

Não existe uma forma segura de se evitar o problema varicoso, uma vez que ele está baseado em predisposição genética. Entretanto, o uso de calçados e roupas adequadas, o controle de peso corporal, o uso de meias elásticas, a não permanência de pé por períodos prolongados, repouso e exercícios físicos regulares, aliados a uma alimentação equilibrada, podem atenuar ou adiar o desenvolvimento de varizes ou evitar a piora dos sintomas, mas, isoladamente, a importância de cada um é menor do que em conjunto.

O tratamento das varizes só deve ser realizado por médico especialista, ou seja, angiologista ou cirurgião vascular. O tratamento cirúrgico está indicado para os casos de varizes maiores e mais calibrosas. As “microvarizes” (telangectasias) e varicosidades (veias finais) podem ser tratadas com injeções esclerosantes e laser.

A indicação e o tipo de tratamento mais adequado para cada caso dependem de avaliação médica especializada. Sem tratamento, pode haver piora progressiva da doença, com aparecimento de edema (inchação), hiperpigmentações (manchas) e até de úlceras (feridas).

Agora, vou abordar um tema que me chama muita atenção. As flebites e tromboses venosas são decorrentes da coagulação do seu sangue no interior das veias e suas consequentes inflamações. Podem acometer as veias superficiais, normalmente com evolução mais favorável, ou as veias mais profundas (trombose venosa profunda). A trombose venosa profunda é mais grave e requer tratamento mais intenso. A tromboflebite pode ocorrer quando está presente pelo menos um desses três fatores:

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* Alterações nos componentes do sangue (problemas genéticos, medicamentos, desidratação e doenças diversas);

* Alterações no fluxo do sangue (varizes, compressões externas, ficar acamado por tempo muito prolongado e problemas cardíacos);

* Alterações ou irregularidades nas paredes dos vasos (trauma, esmagamento e lesão por injeção de medicamentos).

O risco de trombose pode ser agravado pelo uso de hormônios (terapia de reposição hormonal e anticoncepcionais), posições viciosas (permanecer por muito tempo sentado como em viagens aéreas e terrestres). Alguns procedimentos cirúrgicos ou doenças que exijam longos períodos no leito também podem ser um fator agravante.

O diagnóstico nem sempre é fácil e, algumas vezes, acaba sendo feito quando as complicações aparecem. Entretanto, o tratamento imediato e correto, em geral, tem um prognóstico bastante favorável. Para aumentar sua proteção contra a trombose, faça uma avaliação periódica com seu angiologista ou cirurgião vascular.

Saiba mais:        

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DOENÇAS VENOSAS

Márcio A. Steinbruch

A DV constitui grave problema de saúde pública, não só por sua alta prevalência, mas por seu impacto socioeconômico.A Doença Venosa (DV) compreende um conjunto de sinais e sintomas que abrange desde as telangiectasias até úlceras abertas, em consequência da hipertensão venosa crônica em todos os seus graus, causada por refluxo e/ou obstrução.

Atingindo cerca de 20% da população adulta em países ocidentais, com 3,6% de casos de úlcera ativa ou cicatrizada na população adulta, é, segundo dados oficiais no Brasil, a 14ª causa de afastamento temporário do trabalho.


O Sistema Único de Saúde chega a gastar mais de 43 milhões de reais em cirurgia de varizes. Nesses levantamentos, não estão incluídos os dados do Sistema de Saúde Suplementar e Privado.

Em pessoas saudáveis, o sangue venoso flui principalmente das veias superficiais (localizadas abaixo da pele) para as veias mais profundas, que estão na camada dos músculos. Uma vez dentro das veias profundas, o sangue vai para cima, em direção ao coração e pulmões, para ser reoxigenado.

Por assumirmos uma posição ereta, o sangue utilizado pelas pernas sobe pelas veias contra a gravidade, sendo impulsionado neste sentido por mecanismos de bombeamento que utilizam a musculatura da panturrilha (“barriga da perna”) e válvulas no interior das veias, para que o sangue não volte para baixo.

Um defeito nas válvulas associado a situações que exijam a permanência prolongada em pé, faz com que o sangue suba mais devagar, pare ou volte na contramão (em direção aos pés), aumentando assim a pressão no interior das veias. Esta situação pode provocar dor, sensação de cansaço ou peso nas pernas e inchaço. É o apare
cimento de doenças venosas.

Estas doenças podem se manifestar por diversas formas. Nas varizes (dilatação) o “calibre” das veias aumenta, tornando-as visíveis através da pele. Para muitos leigos, é uma situação apenas antiestética, mas, na realidade, não é. Elas podem gerar vários tipos de complicações como úlceras (feridas), por exemplo.

Em muitos casos, as varizes são imperceptíveis por estarem bem mais abaixo da pele. Por serem ainda pequenas e pelo menos 60% dos pacientes não sentirem dor, um individuo pode não saber que é portador de varizes e, por isso, não buscar tratamento.

Quando o sangue não consegue circular com boa velocidade onde há dilatação, ele coagula ocorrendo inflamações e obstruções das veias: a tromboflebite ou simplesmente trombose. Isto pode levar a uma complicação maior ainda, a embolia pulmonar, que é quando um veias-varicosas1pedaço do coágulo se solta e viaja pela circulação até obstruir os vasos dos pulmões.  Esta situação é muito grave, pois pode levar à morte.

Ao menor sinal de doença venosa, esta deve ser tratada. A prevenção é muito importante.

Como a maioria das afecções venosas se inicia pelas varizes, por menores que sejam, está indicado tratá-las até mesmo antes da gravidez. No tratamento precoce, o efeito funcional é melhor e esteticamente se consegue resultados muito mais agradáveis e, principalmente, são prevenidas complicações venosas.